Seus Cornos de uma figa

É incrível como, em todos os canais, vou nessa tentativa infernal e jesuítica, de deixar as coisas mais claras, para quem quer que seja. Poderia tá roubando, poderia tá matando mas, eu escrevo, mando áudio, faço poesia, edito fotos e, principalmente, dou minhas gargalhadas. Segue abaixo o texto de um grupo de Zap, somente com …

Na cozinha

Uma das atividades mais prazerosas que tenho tido, nos últimos 7 ou 8 anos é cozinhar. O que para muitos é algo enfadonho, chato, obrigatório pra mim é um momento de um jeito prático de adentrar em mim uma política de refazimento do meu ser. Creio que isso advém de um relacionamento afetivo que tive …

Almoçando com dois gênios

Que saudade desse Brasil que era capaz de parir gênios como o Aldir Blanc e Maurício Tapajós. Esse álbum, do início da década de 80 do século passado, demonstra o quanto que o processo de reabertura política precisa ser ainda revisitado, resignificado. Poderíamos aprender, entre outras coisas, algumas pontas soltas que, com o passar do …

O de fora aqui dentro

É incrível como o “de fora”, aquilo que não necessariamente encontra-se no espaço íntimo, trespassa as nossas existências. Nessa cloaca que estamos, no beiral das velhas e costumeiras saídas de sempre, acabei não resistindo aos dois vídeos, oriundos de uma espécies de série de vídeos curtos, envolvendo os trabalhadoras(es) da Editora Carambaia e as suas …

Galos de briga ou como mitigar a impotência, a piedade e a vergonha do agora.

Cinco de Maio de 2020, Cidade de São Salvador da Bahia de Todos os Santos, Agência Canela da Caixa Econômica Federal. Não sei vocês mas, a sensação é de impotência, piedade e vergonha perante a humilhação que a parte mais precária da nossa população está amargando nesse mais de um ano de Bolsonaro, Generais apátridas, …

Três reis

Parece que esse país vivencia um tempo de tanta desesperança, tempos tão sombrios que até mesmo a “esperança equilibrista”, as sutis  palhaçadas de Quim Recadeiro e Seu Chalita e os acordes de ” […] Tem que dançar a dança que a nossa dor balança o chão da praça” cansaram de toda esse barroco violento que …

Um até logo e até breve ao nosso Sr. Domingo

Em um Domingo de leituras – entre a França esfinge de Derrida e o Brasil de encantados e macumba – de conversas aleatórias pelo Whatsapp e de hospitalidade com quem rega dia a dia meu florescer, eis que o Domingo vai deitando lentamente, querendo ficar ainda mais um pouco. Espero que essa semana seja tão …